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11Stat é uma plataforma de análise de dados de futebol e modelagem de probabilidade — gols esperados (xG), modelos de probabilidade multi-motor e calibração histórica verificada com resultados reais. Não aceita apostas e não oferece garantia de resultado ou de renda.
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O que significa ROI simulado (não é promessa de lucro)

O que significa ROI simulado? O ROI simulado (em papel) é o retorno hipotético que um modelo exibe quando suas análises passadas são reexecutadas contra resultados reais de partidas já encerradas, dentro de um backtest: nenhum dinheiro está envolvido, nada é transacionado, e o número resume apenas o quanto o modelo acertou o passado. Esta página explica como a 11Stat mede o ROI simulado e a taxa de acerto, por que o desempenho simulado passado não é indicador de resultados futuros, e por que a 11Stat reporta calibração em vez de recomendações prontas. Tudo aqui é análise de dados de futebol — não é recomendação financeira e não é promessa de ganho de qualquer tipo.

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O que é exatamente o ROI simulado (em papel)?

O ROI simulado é a adaptação, para a análise de futebol, do "paper trading" do mercado financeiro: cada análise que o modelo produziu no passado é registrada como se uma unidade fixa tivesse sido alocada a ela e, em seguida, é pontuada contra os resultados reais e já encerrados daquelas partidas. O percentual resultante é contabilidade puramente hipotética — ninguém arriscou nada, ninguém ganhou nem perdeu nada.

Isso faz do ROI simulado uma métrica de qualidade do modelo, não uma cifra de renda. Suas irmãs são a taxa de acerto (a proporção de análises que se confirmaram) e o erro de calibração. Juntas, elas respondem a uma única pergunta: "Quão perto da realidade este modelo esteve no passado?" Sobre o futuro elas não prometem nada; a única coisa que os dados permitem é um boletim honesto sobre a história.

Como a 11Stat roda um backtest: point-in-time e sem vazamento

Para que um backtest seja honesto, o modelo só pode enxergar dados que já eram conhecidos antes do apito inicial. Por isso a 11Stat usa testes point-in-time, do tipo walk-forward: para cada dia histórico, o modelo é reexecutado exatamente com os dados de forma, elenco e liga disponíveis naquela manhã, e sua saída é comparada com o placar final real publicado depois.

A falha mais traiçoeira — o vazamento de look-ahead, em que o modelo enxerga sem querer informação vinda do futuro — é bloqueada por uma proteção dedicada. Os resultados são abertos por mercado (resultado da partida, número de gols, placar mais provável e assim por diante), e mercados que seguem fracos são desativados automaticamente. O procedimento completo está documentado na página de metodologia.

Por que o desempenho simulado passado nada diz de definitivo sobre o futuro

São três razões estruturais. Primeira, a variância: o futebol tem poucos gols e muita sorte envolvida; em uma janela de até algumas centenas de partidas, um bom modelo pode parecer ruim e um modelo mediano pode parecer brilhante. Segunda, a mudança de regime: elencos, técnicos, interpretações de arbitragem e a dinâmica da temporada mudam, de modo que um padrão que funcionou historicamente pode se romper silenciosamente.

Terceira, o overfitting: quanto mais finamente um modelo é ajustado aos dados passados, pior ele tende a generalizar para a frente. Por causa desse trio, nenhuma curva histórica de ROI pode ser projetada para a frente; a 11Stat apresenta seus resultados simulados como instrumento de diagnóstico, nunca como indicador de desempenho futuro. Desempenho passado não é garantia de resultados futuros — nesta página, essa frase não é enfeite jurídico: é a própria matemática.

Taxa de acerto, ROI e calibração: o que cada um realmente diz

Sozinha, a taxa de acerto engana: um modelo que sempre escolhe o desfecho mais provável pode exibir um índice alto sem acrescentar informação alguma. Sozinho, o ROI é ruidoso: um punhado de resultados extremos consegue mover a curva inteira. A métrica mais durável é a calibração: se os eventos que o modelo estima em 60% de fato acontecem cerca de 60% das vezes.

É por isso que a 11Stat reporta as três juntas, sempre rotuladas com a janela de tempo e o tamanho da amostra. Sempre que uma métrica brilhar sozinha, confira antes as outras duas; só quando as três contam uma história consistente é que você realmente aprendeu algo sobre o modelo. Para os conceitos por trás disso, veja calibração do modelo e o glossário.

Por que a 11Stat reporta calibração em vez de recomendações prontas

A linguagem padrão do setor é "as escolhas de hoje"; a 11Stat publica deliberadamente outra coisa: probabilidades, pontuações de confiança e o boletim histórico delas. Janelas de backtest que ficaram negativas também são publicadas, porque um gráfico que só mostra semanas boas é marketing, não medição.

Essa transparência tem consequências práticas: mercados que enfraquecem são desligados automaticamente, a pontuação de confiança de 0 a 10 deriva dos dados de calibração, e cada cartão de análise mostra quais motores contribuíram. O que o usuário recebe não é uma promessa, e sim um sistema de medição auditável. A página como funciona detalha como os 12 motores chegam ao consenso.

Como ler qualquer número de ROI com responsabilidade

Sempre que você encontrar uma alegação de ROI, questione-a com estas perguntas:

Cada métrica simulada que a 11Stat publica é desenhada para sobreviver a essas cinco perguntas — e, mesmo assim, ela só descreve o passado.

Frequently Asked Questions

A 11Stat garante lucro ou ROI positivo?

Não. A 11Stat não garante — e não pode garantir — nenhum lucro, ganho ou ROI. Todo valor de ROI e de taxa de acerto publicado é uma métrica de backtest simulado (em papel), medida contra resultados reais do passado, e não carrega nenhum compromisso com o futuro. A 11Stat não movimenta dinheiro e não oferece recomendações financeiras: seu produto é análise de dados.

Um ROI simulado positivo significa ganhos futuros?

Não significa. O desempenho simulado passado não é indicador de resultados futuros: variância, mudança de regime e overfitting podem romper qualquer curva que parecia boa historicamente. Uma janela positiva diz apenas que o modelo concordou com os dados naquele período — nada além disso.

Uma taxa de acerto alta torna um desfecho infalível?

Não. Nenhum desfecho é infalível, e a taxa de acerto não muda isso. Um modelo pode inflar a própria taxa de acerto simplesmente escolhendo sempre o desfecho de menor incerteza, sem acrescentar informação alguma. Por isso a 11Stat nunca reporta a taxa de acerto isolada, mas sempre ao lado do ROI simulado e da calibração — e nunca apresenta um desfecho como definitivo.

Por que a 11Stat também publica resultados negativos de backtest?

Porque mostrar só os períodos bons é marketing, não medição. As janelas negativas revelam os limites do modelo, acionam a desativação automática dos mercados fracos e mantêm as expectativas em um patamar realista. Um boletim transparente sempre vale mais do que uma vitrine selecionada.

Por que o ROI simulado não é o mesmo que um retorno real?

Um teste em papel exclui os atritos do mundo real: os preços se movem minuto a minuto, o timing escapa e as condições nunca permanecem tão fixas quanto em uma simulação. O ROI simulado mede, portanto, apenas a qualidade histórica do sinal do modelo — e, de todo modo, a 11Stat não lida com dinheiro: seu produto é análise de dados.

De quantas partidas um número de ROI precisa para ter significado?

Não existe um limiar mágico, mas janelas de algumas dezenas de partidas são praticamente ruído puro, e mesmo amostras de várias centenas de partidas carregam intervalos de confiança amplos. Por isso a 11Stat publica suas métricas junto com o tamanho da amostra e o rótulo do período — leia esses dois números primeiro.

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